Carta Pastoral aos Padres da Arquidiocese de Ribeirão Preto - 2018

Na memória de São João Maria Vianney, patrono dos presbíteros, 4 de agosto, o arcebispo Dom Moacir Silva, publicou a carta pastoral dirigida aos presbíteros, com o seguinte título: “Carta Pastoral aos Padres da Arquidiocese de Ribeirão Preto”. Está é a segunda carta pastoral lançada pelo arcebispo na arquidiocese, no quinto ano de seu episcopado, em Ribeirão Preto. A primeira, ocorreu em 1º de agosto de 2017, e definiu normas para a preparação ao Sacramento do Matrimônio com o título: “Carta Pastoral sobre a preparação para o Sacramento do Matrimônio na Arquidiocese de Ribeirão Preto”.

Carta - No conteúdo da carta, o arcebispo insere a publicação nas celebrações dos 110 anos da criação da diocese, e motiva os padres a refletirem os três eixos da temática abordada na “Carta Pastoral aos Padres da Arquidiocese de Ribeirão Preto”. Na introdução diz: “Queridos Padres, na memória de São João Maria Vianney, patrono dos sacerdotes, neste 110º aniversário de nossa Igreja Particular de Ribeirão Preto, tenho a alegria de colocar em suas mãos esta Carta Pastoral sobre três elementos importantes em nossa vida e ministério: a santidade de vida, a formação e a comunhão eclesial-pastoral”.

A carta contém oito páginas e reflete os três elementos fundamentais na vida do padre: o primeiro, a santidade de vida, exige uma vida de oração e testemunho do Evangelho de Jesus Cristo; o segundo, a formação, requer o esforço para a atualização e formação permanente para o discipulado; e o terceiro, a comunhão eclesial-pastoral, visa a unidade e comunhão.

Ao concluir a carta, Dom Moacir disse: “Tenho a convicção de que trabalhando pessoal e comunitariamente estes três elementos a vida e o ministério de cada padre serão enriquecidos, o presbitério será enriquecido, a ação evangelizadora será mais eficaz, o bem espiritual dos fiéis será mais bem atendido. Por isso, exorto a cada padre a empenhar-se na busca da santidade de vida, da formação permanente e integral, e da comunhão eclesial-pastoral”, concluiu o arcebispo.

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